Associações de recicladores realizam viagem de intercâmbio

Comercial de Sucatas Soledade foi o local escolhido para a visita

Comercial de Sucatas Soledade foi o local escolhido para a visita

Na busca de valorizar a comercialização dos materiais recicláveis e de promover a integração das três associações e uma cooperativa acompanhadas pelo Projeto TransformAção, na última semana, os grupos de recicladores, monitores e representantes das entidades formadoras do Projeto, realizaram, com apoio do Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal através de um convênio com a Cáritas Arquidiocesana, uma viagem de intercâmbio à Soledade.

Os recicladores visitaram a empresa “Comércio e Sucata Soledade’’ que adquire o material de três associações (AAMA, Arevi e Cootraempo). Para Deomar Bordignon, um dos monitores das associações, a viagem buscou também mostrar aos associados a continuidade do trabalho feito por eles e o processo de reciclagem além do pavilhão: “O encontro foi pensado para que as associações tivessem uma experiência ligada ao trabalho que já realizam. Escolhemos a empresa que faz a compra dos fardos reciclados, pois queríamos que eles vissem para onde vai o próprio material que eles coletam”.

Recicladores perceberam que ainda não aproveitavam todos os materiais possíveis.

Recicladores perceberam que ainda não aproveitavam todos os materiais possíveis.

O encontro ainda foi momento para que os recicladores interagissem e percebessem a importância do seu trabalho, que é o início do processo: “Lá eles visualizaram como acontece o procedimento depois que o material passa pelas associações, mas mesmo assim ainda não chegou ao fim, temos a ideia de mais tarde leva-los até uma indústria que processa e transforma o material novamente em matéria de consumo, conclui Deomar”.

Mais de 20 pessoas participaram da viagem que também incentivou os recicladores a unir o trabalho das associações e cooperativa, agregando valor aos materiais. Além disso, o grupo recebeu orientações sobre produtos que antes não eram reciclados e que podem ser comercializados. Maria Carmelinda da Rosa, associada da AAMA afirma: “Aprendemos muitas coisas no encontro e vimos que materiais, como o PVC, que antes iam para o lixo, agora podemos reciclar e vender”.

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